abril 23, 2010

Estágio VI- Texto coletivo

Essa semana trabalhei em sala de aula com a contação de história :Brincadeiras de Katte Petty.Essa história foi digitalizada e contada aos alunos atrvés do DVD e TV.Partindo daí foi sugerido à turma que criasse o texto coletivo.
Chamou minha atenção a dificuldade que os alunos encontraram em produzir um texto coletivo (em anexo), parecem apresentar dificuldade em encontrar palavras certas para encaixar ao que estão querendo dizer.Como uma primeira tentativa, construímos um pequeno texto, que das próximas vezes será melhor.
Na minha concepção os textos coletivos desenvolvem várias funções, dentre elas:
a) Os alunos têm a possibilidade de expor suas idéias sobre determinado assunto; b) Encontram entre si formas de pensamento e opinões semelhantes;
c) Procuram seguir uma sequência de fatos para dar sentido ao pensamento coletivo;
d) Trocam idéias, convencendo sobre seu ponto de vista, ou são convencidos do contrário;
e) Observam a estrutura de texto;( parágrafo, pontuação, etc.)
f) Desenvolvem autonomia e autoria sobre determinado assunto.

Como era primeira vez, nesse ano letivo que faziam isso, produziram um pequeno texto, observado abaixo, devendo numa próxima vez ser melhor.


Texto coletivo produzido pela turma
Brincadeiras
Todas as crianças brinam em vários países do mundo.Mas nem todo mundo brinca do mesmo jeito.
Brincar é importante pra aproveitar melhor a infância, pra se divertir, pra aprender, pra fazer amigos.
Nós brinacmos de jogar futebol, jogar taco, futebol de botão, de garrafão, fita, carrinhos e bonecas, pega-pega, esconde-esconde.
Gostamos muito de brincar!


Uma outra atividade que realizei que me surpreendeu um pouco,foi o trabalho de leitura e interpretação de texto com reportagens de jornais.
Alguns alunos tentaram adivinhar as questões para não precisar ler. E assim uns quiseram responder as questões apenas lendo o título. Muitos tiveram dificuldade em identificar o assunto que tratava sua reportagem, política, educação, trânsito, meio ambiente, etc., demonstrando assim que não têm o hábito da leitura, nem tão pouco por assuntos da atualidade, como noticiários e jornais de maior circulação aqui no Estado. Por outro lado, e talvez por esse mesmo motivo, demonstraram dificuldade em dar suas opiniões sobre o assunto, e alguns solicitaram inclusive, a mim, auxílio sobre sua opinião. E por esse motivo trabalharei muito mais vezes com esse tipo de atividade e recurso.

abril 18, 2010

Fotos da semana

Essa semana foram feitas algumas atividades importantes para o meu projeto de estágio, do qual tirei algumas fotos que podem ser conferidas no meu Wiki http://lidianetubinoestagio.pbwors.com/ na página galeria de fotos. Se tiveres acesso confira!

abril 17, 2010

Estágio V - Atividade que deu certo

Na sexta-feira passada,16 de abril, levei para sala de aula, livros e revistas que continham literatura, poesia ou reportagem sobre brinquedos e brincadeiras.Cada grupo então lia seu material e através da leitura tinha que apresentar para os colegas o que tinham lido com cartazes, teatro ou até mesmo demosntração de uma das brincadeiras propostas. Dentre as obras levadas para os alunos cito:
  • 4 Revistas Recreio;

  • Livro: Nem todo mundo brinca assim - Ivan Alcantara e Newton Foot;

  • Livro: O jogo da amarelinha - Graziela Bozano Hetzel;

  • Livro: Brincriar - Dilan Camargo (poemas sobre brinquedos)

  • Livro: As brincotecas - Naara Bassi

Confesso nesse dia saí da sala de aula muito satisfeita com o decorrer do meu planejamento. Essa sensação do dever cumprido e de satisfação do planejamento ter atingido os alunos, é muito bom!!!!

Você brinca de que?

Essa semana os alunos da turma 45, foram convidados à levar seus brinquedos favoritos para a sala de aula.Essas crianças estão na faixa etária entre nove e onze anos, e apenas metade da turma levou seus brinquedos, pois o restante não considera mais criança.
A sugestão inicial então era falar para seus colegas qual brinquedo tinha trazido, como costumava brincar com ele e se precisava de mais pessoas para brincar ou não. Após escutarem alguns relatos, alunos que não haviam trazido seus brinquedos pediram para fazer o relato também.Por fim quando a proposta foi brincar, as barreiras se quebraram e todos "voltaram a ser crianças."
Deixo aqui minha observação pessoal , que vem de encontro ao meu projeto, as crianças de hoje amadurecem mais cedo, e assim perdem parte da sua infância. Como alguns relatos que ouvimos , em os alunos diziam gostar de tal brinquedo mas já tinha dado para irmãos mais novos ou prios que moram juntos, pois eles não eram mais crianças.

abril 14, 2010

Aluno portador de necessidades especiais?

Durante essa semana recebi a visita de uma mãe para esclarecimentos sobre a necessidade especial do seu filho.Essa já estava sendo investigada desde anos anteriores sendo acompanhado pela orientadora da escola.
Segundo mãe, ainda sem o laudo da psicóloga nas mãos, o menino foi diagnosticado com "Transtorno opositor desafiante" e por desconhecer esse transtorno fui pesquisar na Internet sobre o assunto.A mãe não sabia muito bem explicar o que era, mas afirmava ser uma síndrome rara no Brasil.
Conhecendo meu papel de educadora e os direitos do aluno a atendimento e avaliação diferenciados, fui atrás de como lidar com a criança envolvida nesse cenário todo.
Então descobri que crianças agressivas ou com mau-comportamento apresentam na verdade, um sofrimento psiquico.O diagnóstico e tratamento precoces podem evitar maiores consequências.Gradua-se esse mau-comportamento de crianças e adolescentes dessa forma:
  1. Desobediência

  2. Mentira

  3. Roubo

  4. Cabular aula

  5. Fuga

  6. Destruição

  7. Incendiarismo

  8. Abuso de drogas

  9. Crueldade

  10. Violência
Assim, crianças desobedientes, que não foram adequadamente orientadas pelos pais,poderão usar drogas e cometer atos violentos na adolescência.Por esse diagnóstico, pode -se perceber que antes da escola, a intervenção da família é extremamente importante. Algumas atitudes do professor em sala de aula, preservam as atitudes passivas da criança, dentre elas, evitar dar ordens complexas; evitar fazer acordos que levarão tempo para acontecer como combinações que deverão acontecer após uma ou duas horas depois da intervenção; evitar dar mais de uma ordem ao mesmo tempo; evitar explicações muito extensas sobre qualquer assunto dentre outras.Chamou-me atenção ainda que por enquanto, essa criança não apresentou em sala de aula nenhuma das atitudes citadas acima, que segundo a mãe, é após alguns meses de escola que o transtorno opositor desafiante vem em à tona. O aluno faz acompanhamento psicológico, juntamente com a família e está sendo encaminhado à uma psicopedagoga.Também segundo relato da mãe, pode ainda em função desse transtorno, a criança apresentar deficit de atenção e hiperatividade.
Continuarei pesquisando para saber de que forma poderei auxiliar na inclusão desse aluno.Mas minha dúvida é: esse aluno, teria amparo legal como necessidade especial diagnosticado esse transtorno? Infelizmente eu desconheço essa informação, mas ainda vou buscá-la.


Sites pesquisados:

http://www.mentalhelp.com/psiquiatria_infantil.htm


http://www.educacional.com.br/foruns/responder.asp?id=111127&idr=29038&uni=

abril 08, 2010

Estágio IV - Trabalhos em grupo



Foi perceptível durante essa semana, o quanto os alunos da turma 45, apresentam dificuldades em realizar trabalhos em grupos.Isso se dá a falta de conhecimento de como deveria ser realizado um trabalho em grupo.Quando lhes foi proposta uma atividade em grupo, não conseguiram trabalhar juntos, e sim dividiram as tarefas para que cada colega fizesse uma parte.Essa situação já me havia ocorrido em anos anteriores, mas foi mais latente a observação nesse momento por que os alunos já estão organizados assim desde o início deste ano letivo.
Além disso senti dificuldade de organizar com a turma, atividades de forma interdisciplinar em função do horário semanal a ser cumprido.Durante meu horário de planejamento, conversei com a colega da área de arte-educação, do qual trabalhará com a turma também.E para a minha sorte, organizamos juntas o planejamento contemplando nessa área, a minha arquitetura pedagógica.

abril 01, 2010

Estágio III - Instrumento de pesquisa






Durante essa semana, ainda em observação da turma com o qual realizarei o meu estágio do curso, realizei uma pesquisa tecnológica, com o objetivo de conhecer sobre o que os alunos sabem sobre tecnologia, qual a importância que dão a isso em suas vidas e que tipo de contato têm com a tecnologia.A maioria da turma tem contato com tecnologias como computador, câmera digital e celular, e acham importante para se divertirem e encontrarem seus amigos. Como observamos nos gráficos procuram mais por sites de relacionamento, jogos, filmes e músicas e em geral utilizam internet em casa e em Lan Houses. Sendo assim é possível perceber que não será preciso introduzir com os alunos o uso da tenologia, e sim mostrar outros espaços que podem ser utilizado por eles.

março 30, 2010

Estágio II - Arquitetura Pedagógica


A minha arquitetura pedagógica foi pensada após as leituras sugeridas no semestre anterior.Uma dessas leitura foi o texto: Arquiteturas pedagógicas para a educação à distância.
Segundo as idéias construtivistas de Piaget e uma pedagogia da pergunta de Freire a proposta da educação deveria ser: Educar para uma busca de solução para problemas reais.De acordo ainda com, a leitura sugerida a arquitetura pedadgógica se dá pela abordagem da confluência de diferentes componentes: Software Internet educacional, inteligência artificial, Educação à distância, concepção de espaço e de tempo.Baseado então na arquitetura de estudo de caso ou de resolução problemas, o principal objetivo é envolver o estudante e criar expectativas quanto a algo de realização que é a solução de problema.
Assim em conversa informal com alguns colegas na sala dos professores, surgiu o por quê de tanta violência nos recreios. Sendo este tema sendo também alvo de especulação e cobrança dos pais de alunos dessa escola numa formação com a comunidade escolar.
Em discussão sobre o assunto, os professores foram unânimes em concordar que os nossos alunos não sabem brincar.Suas brincadeiras baseiam-se no que assistem nos programas de televisão e aos jogos de vídeo game.
Pretendo então transformar a realidade dos recreios, levando os alunos a descobrirem, através de pesquisa e o uso das tecnologias, outras formas de brincar.Dessa forma vamos fazer uma viagem pelo tempo, resgatando brinquedos infantis e brincadeiras de outros tempos.
Levando em consideração os conhecimentos adquiridos, meu objetivo então é diminuir a violência dos recreios, ocasionadas por brigas e brincadeiras agressivas.
Para uma realização dessa arquitetura, irei contar com o auxílio dos professores de arte-educação e Educação Física, para a construção de brinquedos e criação de regras para os brinquedos e brincadeiras descobertos.
Tecnologias utilizadas: Câmera digital, data show, internet (sites de pesquisa e blog, e ainda sites com atividades educativas).
Competências a serem desenvolvidas nos alunos: Autonomia, cooperação, criticidade, busca pelo conhecimento,raciocínio lógico.
Atividades que pretendo desenvolver com os alunos:
-Criação de blogs em duplas;
-Contação de histórias (Brincadeiras, de Kate Petty, e Saco de brinquedos , de Carlos Urbim);
-Pesquisa;
-Registro das pesquisas e das atividades realizadas;
-Jogos;
-Produções textuais coletivas;
-Atividades lúdicas no pátio da escola;
-Cosntrução de brinquedos na sala de aula;
-Atividades de mimica e teatro;
-Trabalhos com reportagens de revistas e jornais;
-Músicas (rodas cantadas).

Pesquisa tecnólogica:

Criei essa semana um instrumento de pesquisa contendo algumas questões referentes a tecnologia com o objetivo de identificar o que os alunos conhecem sobre a tecnologia e que contato têm com essa área a fim de facilitar o planejamento do trabalho que será realizado no ambiente informatizado.O levantamento dessa pesquisa está sendo tabulado, analisado e em seguida será postado por mim, aqui no blog no meu wiki de estágio :http://lidianetubinoestagio.pbworks.com/

Estágio II - A turma 45


Neste ano letivo realizarei as atividades docentes com uma turma de quarta série do ensino fundamental. Essas duas semanas foram de suma importância para as observações feitas da turma, como forma de identificar dificuldades, facilidades e características da turma como u todo.Em geral é uma turma agitada, participativa e um pouco lenta na realização das atividades.
Trazem consigo as marcas de um ensino tradicional aplicado pelas professoras, colegas, do ano anterior. Essa turma foi formada à partir da mistura de quatro turmas de 3ª série do ano de 2009. Com isso, é uma turma bem heterogênea. Demonstram querer as coisas prontas, sem fazerem muito esforço pra pensar.Suas atividades básicas de interesse são por folhas xerocadas ou mimeografadas ou livros didáticos.
Gostam da educação física, por que jogam bola ou pulam corda.Aos poucos já avançaram em relação à organização dos grupos na chegada no início da manhã.
Essa série já prevê avaliação separada para cada área do conhecimento E como em todo o munícipio temos aquela velha lista de conteúdos a sere m desenvolvidos em cada trimestre.E aqui no munícipio de Alvorada é uma velha "nova lista", que foi reformulada através de estudos de formação, com as vices diretoras de cada escola.Sendo assim, é uma mesma lista para cada ano do ensino funadmental ,sugerida pela secretaria para todas as escoas. Com isso, não podemos fugir muito dos moldes colocados à nós , o caso é adaptá-la ao nosso trabalho.
Apesar de a direção da escola não interferir e até mesmo apoiar o meu trabalho enquanto estagiária do local, ainda temos que contar com a burocracia e com o trabalho paralelo com as demais colegas da mesma série.

março 21, 2010

Estágio I - Estrutura da escola

Estágio I Observações da turma

As primeiras observações da turma mostram o quanto os alunos estão limitados ao ensino tradicional, principal perfil dos professores da escola.
Demonstram-se participativos, agitados e lentos na realização das atividades. Apresentam dificuldades no entendimento à ordens simples, bem como na interpretação de informações. Têm uma característica interessante, conhecem os nomes de conteúdos trabalhados mas não sabem como nem onde aplicar, até mesmo em exercícios simples,não identificando-os nem mesmo em textos informativos.Aos poucos começam a se organizar melhor sozinhos em situações simples, como organizar seu grupo de trabalho no início do turno, forma como viemos trabalhando desde o início do ano letivo.
Observo que o trabalho com uma arquitetura pedagógica ou projeto de aprendizagem, não será fácil.Será desafiador tanto para mim , quanto para os alunos., o que necessitará de muito esforço para ambas as partes.

fevereiro 23, 2010

Retorno

Magia Gifs - O melhor site de GIFs!

Estamos aos poucos retomando nossas atividades do curso e na educação. Teremos desafios pela frente para a finalização do PEAD. Começamos esses desafios pelo planejamento das atividades a serem desenvolvidas no estágio, dentre elas os Projetos de Aprendizagens. Esse p dá friozinho na barriga...
Estive no pólo buscando minha documentação de estágio e o formulário das atividades complementares e fiquei muito satisfeita ao obter a resposta positiva dessas atividades, assim tenho mais uma etapa do curso vencida.E fazendo uma retrospectiva do curso, me deparo em minhas reflexões com muitas etapas vencidas no PEAD. Dentre essas: o uso das ferramentas tecnológicas, a construção de mapas conceituais, o uso de imagens para complementar postagens, os tão apreensivos portfólios, os trabalhos em grupo, a construção de projetos de aprendizagem e por aí vai...poderia ficar aqui horas listando as tantas etapas vencidas por mim e pelos colegas. E não poderia assim, deixar os meus sinceros agradecimentos a todos que estiveram comigo em cada uma dessas etapas: as tutoras incansáveis do Pólo de Alvorada, os colegas em especial,e os professores e tutores da UFRGS.
Espero agora, pela etapa de estágio, do qual neste momento me deixa apreensiva. E assim pular para etapa final, o TCC e partir para comemoração da tão espera formatura!!!!
Sorte a todos os meus colegas , com a certeza de que faremos um brilhante trabalho!!!!

novembro 27, 2009

Última versão do banner



Essa é a última versão do banner do grupo 10 de EJA. Para a realização desse trabalho tivemos que pôr em prática todos os nossos aprendizados até agora: uso da tecnologia, justicativas teóricas, construção de gráficos, inserção de imagens, transformação dos gráficos em formato JPEG. Além disso, mais uma vez tivemos que exercitar nossa tolerância com relação às diferenças para trabalharmos em grupo. Através de ajustes na rotina , nosso grupo mais uma vez desempenha a tarefa sem problemas.
Fora as aprendizagens anteriores tivemos que lidar com o novo: o uso do power point para outra função que não a de construir slides!E para isso foi necessário o auxílio de colegas de outros grupos: Rejane e Luciana Dias. Elas nos deram essa força antes do início de uma aula presencial, mostrando-nos como iniciar o trabalho.

novembro 06, 2009

Nova versão do banner

Fizemos muitas tentativas de conseguir chegar ao formato correto de um banner.De fato essa como muitas outras aqui do PEAD, não foi uma tarefa fácil.Para a finalização deste modelo, passamos por várias etapas:saídas de campo,entrevistas, gráficos, seleção de fotos.Confira a segunda versão do nosso banner.

outubro 23, 2009

Festa à fantasia na escola

O mundo da imaginação é mágico. Para a alegria das crianças, nós professores da escola "Betinho" de Alvorada entramos no clima. Nessa festa professores e alunos se divertiram muito durante a festa à fantasia na semana da criança!Divirta-se conosco!!!

outubro 18, 2009

Narrativas infantis

Para realização de uma atividade de linguagem, solicitei ao meu filho de sete anos que me contasse uma história. Então ele quis me relatar um sonho que teve. Quando inicou sua narrativa percebi que tinha semelhante com a rotina que tínhamos vivido naquele dia pela manhã, com exceção de pequenas partes. Como nos textos e vídeos, Nícolas misturou situações da sua vida real ao seu mundo imaginário e quando indagado se isso já acontecido na sua vida alguma vez, sua fisionomia demonstrava uma confusão entre o real e o imaginário ou sobre sua rotina e seu sonho. Segundo Maria Virgínia Gastaldi," ao construir narrativas, a criança brinca coma realidade e encontra um jeito próprio de lidar com ela."É interessante o quanto se preocupou em ter uma sequência nas suas idéias e ao mesmo tempo não conseguiu, misturando o seu cotidiano ao que sonhara.

outubro 05, 2009

A inclusão

As discussões sobre inclusão já estão acontecendo há algum tempo, mas a verdade é que discursos têm muitos e ações ainda são poucas. Na semana de 30 de setembro à 05 de outubro foi realizada a feira do livro no município de Alvorada. Lá foi aberto um espaço onde se tratava com muito respeito a diversidade. Alunas surdas ministraram durante o evento oficinas de Libras, no qual foi ensinado um pouco do alfabeto manual e da cultura dos surdos para alunos da rede muncicpal e estadual do município. Essas oficinas tiveram a coordenção de uma grande colega ,que tive o imenso prazer em trabalhar por um ano, na escola Betinho. Cheguei, no dia 0 2 de outubro, a conversar um pouco com Alane, uma das oficineiras sobre essa postagem que faria no meu blog, arriscando até mesmo a utilização de alguns sinais no nosso diálogo. Parabéns à Secretaria Municipal de Alvorada pela inciativa e em especial à minha coega Kátia pelo desempenho em desenvolver esse trabalho.

outubro 01, 2009

Música em Libras

Essa música é linda e já está na boca de todos.Os fiéis das igrejas evangélicas já faziam dela mais um de seus hinos. A mídia então fez com que , mesmo aqueles que não praticam essa religião cantasse diariamente.Trago o desafio: Que tal tentarmos cantá-la em Libras para emocionarmos também os surdos?