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novembro 15, 2007

Contos de Fadas!!! Reflexão partindo da atividade!


Gostaria de apontar como atividade muito positiva para a minha prática docente, enquanto bibliotecária, a última atividade realizada pelo meu grupo de trabalho sobre os contos de fadas. Nesta atividade aponto uma reflexão minha sobre as contações de histórias realizadas por mim na escola em que trabalho.Dentre elas, o que se refere a maneira como as histórias são escolhidas por mim e minha colega paralela, para a realização da hora do conto. Um outro ponto de reflexão que acho bem importante é com relação as novas versões dos clássicos infantis, do qual a autora Ana Maria Machado me fez refletir em seu livro "Os clássicos universais desde cedo", no qual apresenta um outro olhar a essas obras da literatura infantil. E através desta reflexão começo a perceber mudanças na minha prática enquanto bibliotecária da escola.Coloco abaixo então o trabalho realizado pelo meu grupo do Pead:

Grupo: Antonio João Martins, Jurema da Silva Oliveira, Lidiane Dias Tubino, Roselana Rodrigues da Silva e Sandra Bartikoski de Rocha.

Questões.

1. Qual a relação que se pode estabelecer entre autoria individual e os Contos de Fadas?
Os Contos de Fadas não podem ser considerados uma história escrita por apenas um autor. Essas histórias foram criadas sem uma intencionalidade.Partiam de acontecimentos reais, e a cada relato de uma pessoa, a história ia sendo criada, formando-se assim tal conto.Aí o significado do ditado popular: ”quem conta um conto, aumenta um ponto”.
2. De acordo com a autora, na p. 75, por que as pessoas contam histórias?
As pessoas contam histórias para tentar entender a vida. Com isso vão sendo formadas de acordo com alógica de quem as contam. Assim cada autor apresenta versões diferentes em suas obras, mesmo tendo os mesmos títulos, personagens, cenário. Sendo que todas procuram assegurar coerência entre os fatos, de acordo com o tempo e o contexto social em que se encontram.
3. Qual a posição da autora em relação às adaptações dos Contos de Fadas?
A autora mostra-se contra a essas adaptações, ou novas versões para os Contos de Fadas, uma vez que acontecem sem o conhecimento real que levaram a construção de tal história.Assim os autores adaptam suas versões arrogantemente às situações julgadas por cada um individualmente. Ainda atribui essas interferências à uma atitude de ignorância.
4. A partir da sua experiência docente, aponte como tem sido para você trabalhar com os contos de fadas na sala de aula.
De acordo com a nossa prática docente, vivenciamos a contação de histórias a partir das bibliotecárias de nossas escolas, em horários de Hora do Conto.Podemos assim observar que as histórias contadas por nossas colegas, são escolhidas conforme os temas trabalhados no planejamento da escola, sem maiores análises de suas versões. Temos em nosso grupo de realização dessa atividade, uma colega que realiza contação de histórias na escola, enquanto bibliotecária.Relata que ficou bastante surpresa com a visão de Ana Maria Machado no livro: ”Os Clássicos Universais desde cedo’.,sobre as novas versões dos clássicos, uma vez que essas já foram utilizadas por ela.
" Utilizei já, duas dessas versões como forma de desmistificar o medo que as crianças do Lobo Mau, e também, ao trabalhar com filme: Deu a louca na Chapeuzinho Vermelho, queria mostrar para as crianças que quando ouvimos um relato de um acontecimento ou um fato, devemos primeiro ouvir as manifestações das pessoas envolvidas para sabermos realmente a verdade. Mas acho que à partir de hoje , preciso rever meus conceitos, pois não me sinto no direito de interferir na criação dos verdadeiros autores dessas histórias”.
Lidiane Dias Tubino

Todos concordam que a utilização de recursos visuais e a forma de contar histórias influenciam sim na motivação das crianças em executá-las. A literatura é de fundamental importância para a formação do sujeito, do aluno leitor. Através da leitura e da contação de histórias, entre tantos outros motivos, as crianças ampliam seu vocabulário, escrevem e expressam-se com maior clareza. Além os livros podem ser grandes amigos, companheiros.

outubro 20, 2007

Fui surpreendida pelos meus alunos!


Esta semana realizei com meus alunos as atividades da interdisciplina de teatro. Confesso que sempre pensei que era impossível de realizar determinadas atividades com esta minha turminha, pois além de serem grandes (4ª série) é uma turma bastante numerosa, 43 alunos ao todo.
Antes mesmo de começar as atividades dei várias recomendações e pensava comigo mesmo:"Isso não vai dar certo..."Mas fui surpreendida pelos meus alunos.
A primeira atividade que realizamos foi a nossa velha conhecida brincadeira de infância meia-meia-lua, 1, 2, 3, realizada pela turma do pead na aula presencial. Claro que fizemos uma versão mais atualizada da mesma, do qual não foi esse o nome utilizado. O fato é que o objetivo da brincadeira é chegar ao chefe, posicionado com uma certa distância, à frente dos participantes. Sendo que esses só podem se locomover quando o chefe estiver de costas para todos. Ao virar-se os participantes devem fazer uma pose não podendo movimentarem-se mais.
Os alunos gostaram tanto da atividade que realizaram-na com motivação e sem nenhuma intervenção negativa minha.Além disso mostraram-se bons obsrvadores e bastante competitivos.
Já a segunda atividade, também realizada por nós em aula presencial, sugeria que os alunos se organizassem em grupos com número de seis participantes. E essa organização era somente com eles, deveriam organizarem-se sozinhos. Após a organização dos grupos, deveriam criar duas fotos, ou seja, poses como se fossem tirar fotos, algo que fizesse parte dos seus cotidianos.
E mais uma vez fui surpreendida por eles. Não só organizaram-se sozinhos perfeitamente, como foram muito criativos nas escolhas de suas fotos.Essa turma em geral, quando utilizamos a quadra, só querem jogos de bola, não aceitam muito as atividades dirigidas. Mas acho que desta vez, gostaram das propostas. Em breve estarei postando as fotos da turma, mas fiquei muito feliz em conseguir atingí-los de alguma forma e com uma atividade diferenciada. Vai ver que era extamente isso que precisavam, atividades iniovadoras, diferentes!