Esse blog foi utilizado por mim durante minha trajetória no Pead e ao longo do tempo farei alguns registros do meu trabalho enquanto bibliotecária da Escola Betinho em Alvorada
maio 17, 2009
Método Clínico Piagetiano
maio 08, 2009
Bem-vindo à Holanda
BEM VINDO À HOLANDA por Emily Perl Knisley, 1987
Freqüentemente, sou solicitada a descrever a experiência de dar à luz a uma criança com deficiência - Uma tentativa de ajudar pessoas que não têm com quem compartilhar essa experiência única a entendê-la e imaginar como é vivenciá-la. Seria como... Ter um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias - para a ITÁLIA! Você compra montes de guias e faz planos maravilhosos! O Coliseu. O Davi de Michelângelo. As gôndolas em Veneza. Você pode até aprender algumas frases em italiano. É tudo muito excitante.
Após meses de antecipação, finalmente chega o grande dia! Você arruma suas malas e embarca. Algumas horas depois você aterrissa. O comissário de bordo chega e diz:
- BEM VINDO À HOLANDA!
- Holanda!?! - Diz você. - O que quer dizer com Holanda!?!? Eu escolhi a Itália! Eu devia ter chegado à Itália. Toda a minha vida eu sonhei em conhecer a Itália!
Mas houve uma mudança de plano vôo. Eles aterrissaram na Holanda e é lá que você deve ficar.
A coisa mais importante é que eles não te levaram a um lugar horrível, desagradável, cheio de pestilência, fome e doença. É apenas um lugar diferente.
Logo, você deve sair e comprar novos guias. Deve aprender uma nova linguagem. E você irá encontrar todo um novo grupo de pessoas que nunca encontrou antes.
É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália. Mas após alguns minutos, você pode respirar fundo e olhar ao redor, começar a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrants e Van Goghs.
Mas, todos que você conhece estão ocupados indo e vindo da Itália, estão sempre comentando sobre o tempo maravilhoso que passaram lá. E por toda sua vida você dirá: - Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo o que eu havia planejado!.
E a dor que isso causa nunca, nunca irá embora. Porque a perda desse sonho é uma perda extremamente significativa.
Porém, se você passar a sua vida toda remoendo o fato de não ter chegado à Itália, nunca estará livre para apreciar as coisas belas e muito especiais sobre a Holanda.
Copyright © 1999 Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade - Rio de Janeiro - RJ - BrasilReproduções desse texto somente com autorização do Autor
abril 30, 2009
Novo Projeto de Aprendizagem
Iniciamos nesta semana a formação dos grupos para construção de um novo projeto de aprendizagem. Tenho como companheiros de pesquisa Antônio, Jurema , Sandra e Roselana.Já vivemos outras experiências de trabalho com essa equipe e os resultados foram muito bons.Para este semestre fcaremos nossa pesquisa nas questões tecnológicas. Nossa pergunta problematizadora para o projeto é:" De que forma a tecnologia influencia na infância?"Esse tema surgiu de uma discussão nossa sobre quantas coisas absurdas, crimes, pedofelia, prostituição infantil estão acontecendo pelo mundo todo que tem como principal foco o uso da internet sem limites por crianças e adolescentes. Mas nesse projeto queremos também mostrar o quanto a evolução da tecnologia pode ser útil para a educação nas nossas escolas. E para isso faremos uma viagem no tempo da infância, relembrando nossos brinquedos e brincadeiras sem o uso da tecnologia. Estou anciosa para começar as pesquisas. E convido aos interessados, a acompanharem a construção desse projeto!!!!
abril 17, 2009
Mosaico
Este trabalho foi realizado pelos meus alunos de quarta série do ensino fundamental. Primeiramente solicitei que trouxessem de casa fotos suas, sozinhos ou com seus familiares. Contei a história ningué é igual a ninguém de Regina Renó. Discutimos a história e conversamos sobre o que é ser diferente. Começamos o mosaico colando nossas fotos e complementamos o mesmo com fotos de pessoas recortadas de revistas. Após observação do nosso mosaico, produziram textos com o título o que é ser diferente? Os alunos questinonaram o porque de ser difícil de encontrar fotos de pessoas negras em revistas.Esse questionamento rendeu um assunto extenso! Em nossa sala de aula temos uma riqueza de diversidade cultural e os alunos demonstraram bastante criticidade pelo tema.
abril 16, 2009
Dica
Vale a pena conferir! Pretendo realizar em sala de aula um trabalho rico de história, de acordo com o que há de real, sobre a cultura indígena. Ninguém melhor pra nos ajudar nessa viagem cultural do que esse autor, que é índio e gosta de ser índio.
abril 05, 2009
Inclusão de crianças com necessidades especiais
março 26, 2009
Falando em ancestralidade!
março 22, 2009
Início das atividades do Pead
Durante o recesso estive olhando alguns projetos e não tenho em dúvida em dizer que todos os projetos contém, um conteúdo muito rico de pesquisa e interação.
Fazendo, a partir dessa semana, as análises baseadas em roteiros oferecidos pelas professoras Bea e Iris, teremos a tarefa de observar mais criticamente nossos projetos e auxiliarnos uns aos outros a reverem os projetos já existentes,e melhorar a construção para os próximos que virão. Uns aspectos abordados na aula presencial, me deixam ansiosa: a construção desses com os alunos e assuntos referentes ao estágio e trabalho de conclusão.Não sei se alcançarei as expectativas... mas eu sou persistente!
Reflexão
"Estar vivo é estar em conflito permanente, produzindo dúvidas, certezas, sempre questionáveis. Estar vivo é assumir a educação do sonho cotidiano. Para permanecer vivo, educando a paixão, desejos de vida e de morte, é preciso educar o medo e a coragem. Medo e coragem em ousar. Medo e coragem em assumir a solidão de ser diferente. Medo e coragem em romper com o velho. Medo e coragem em construir o novo".
fevereiro 07, 2009
Versos simples - Chimarruts
Sabe, já faz tempo,
Que eu queria te falar,
Das coisas ,
Que trago no peito,
Saudade,
Já não sei se é a palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro,
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores,
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples,
Mas que eu fiz de coração.
dezembro 26, 2008
novembro 26, 2008
novembro 25, 2008
Organização do Ensino Fundamental
novembro 21, 2008
novembro 19, 2008
Projetos Temáticos
Neste semestre trabalhamos com projetos temáticos. E o meu grupo composto por mim,Antônio, Jurema, Roselana e Sandra trabalhou em cima do tema: relações sociais e afetivas na vida adulta. Temos um sintonia ótima ´na realização das atividades. Utilizamos como instrumentos leituras, vídeos, entrevistas e discussões presenciais e virtuais.
novembro 17, 2008
Projeto de Aprendizagem
Durante este quinto semestre do Pead, elaboramos um projeto de aprendizagem em grupos, utilizando curiosidades dos membros de cada grupo, sobre um determinado assunto. Gostei muito de realizar a pesquisa com meu grupo.O tema escolhido por nós foi: A gargalhada é contagiante? Esse foi o tema final do nosso PA. No iníco da pesquisa buscávamos informações sobre os sentimentos que contagiam, mas a pesquisa tornou-se muito ampla e complexa. Em comum acordo, então decidimos pesquisar somente sobre a contagiante gargalhada. Chegamos a concçusão que é tão contagiante que quanto mais pesquisávamos sobre o tema mais queríamos saber.O resultado de todo nosso trabalho está no nosso wiki: http://manifestacaosentimento.pbwiki.com/
Abaixo coloco algumas descobertas nossas durante a pesquisa:Vale a pena conferir!
O que é a gargalhada?
Em nossas pesquisas, descobrimos que a gargalhada pode ser definida como ação involuntária, vocalizada e rítmica.
Durante a gargalhada nosso sistema respiratório é interrompido pela epiglote, dessa forma a entrada de ar fica irregular, pois nossa laringe fica semi-fechada. Isso nos torna ofegantes, vermelhos e até suados. Enquanto gargalhamos nossos condutos lacrimais são ativados também e por isso lacrimejamos quando nossas gargalhadas são muito prolongadas.
Uma curiosidade: a gargalhada é composta por sons repetidos que podem ser uma variedade de "ha, ha, ha" ou de "ho, ho, ho", mas não há uma mistura desses sons em uma mesma gargalhada.
Descobrimos que rimos porque a gargalhada une as pessoas, fortalece os laços afetivos e além disto indica confiança.
Só gargalhamos quando nos sentimos à vontade e queremos manter ou criar vínculos com os outros. Ao gargalharmos também demonstramos o desejo de não sermos discriminados pelo restante do grupo. Isto pode ser um indício de porque nos sentimos contagiados por uma gargalhada.
Curiosidades:
Pessoas dominantes ou que querem demonstrar poder, utilizam-se muito mais da gargalhada do que os outros indivíduos.
Se em uma discussão um dos envolvidos sorrir, a discórdia é amenizada.
Vou colocar em prática esta informação.
Estamos aprendendo muito com este projeto! Esperamos que também estejas!
Lembras que colocamos, como certeza, que a gargalhada faz bem à saúde? Pois tínhamos razão! Rir é um santo remédio! Faz bem ao corpo e à alma! Te convidamos a ler o que publicamos a respeito! Existem vários sites relacionados a terapia do riso! Neles são relatados os benefícios de uma boa gargalhada.
Em um deles, há referência ao Clube da Gargalhada no Brasil, fundado pela doutora Úrsula Luise Kirchner, de nacionalidade alemã. Ela acredita que rir faz bem à saúde e pode curar o estresse, que segundo ela é o mal do século.
Um dado registrado neste site é de que uma criança sorri aproximadamente 300 vezes por dia enquanto um adulto somente 15 vezes. Precisamos refletir a respeito. Conversando com meus alunos, alguns fatos foram colocados: o adulto é preocupado em trabalhar para sustentar a família, quer sempre mais do que tem, queixa-se o tempo todo de cansaço e reclama muito. Resultado: não tem tempo para aproveitar a vida. Para eles é preciso pouco para dar uma boa gargalhada e ficar mais feliz. Lembrei de um filme, Patch Adams ,onde um médico, interpretado pelo ator Robim Williams, visita seus pequenos pacientes fantasiado de palhaço.
Levar alegria, provocar o riso tem como objetivo a recuperação deles ou, no mínimo,o alívio de suas dores.
outubro 25, 2008
Educar... Rubem Alves
setembro 15, 2008
Participação no fórum de Psicologia
Olá colegas, estive um pouco fora do ar por problemas emocionais! Mas aqui estou para dar minha contribuiçao. Fazendo um leitura das participações de todos, percebi que meu pensamento vai de encontro aos de voces. Quando começa realmente a fase adulta? Quando temos responsabilidades? O que dizer daquelas crianças que mesmo sem querer tem tantas responsabilidades quanto um adulto? O fato é que cada fase de vida é marcada por comportamentos diferentes e por transformações. A questão do convívio é muito importante entre os seres humanos. Pois através dele podemos ter ideia de quais transformações passaremos quando chegarmos em todas as fases da vida. O que me chama muito atenção o quanto voltamos a ser crianças quando atingimos a terceira idade.Seria por carência afetiva, por medo da morte ou por falta da companhia? Com tanta experiencia de vida nessa fase, se analisarmos bem, teremos tanto para ensinar aos mais jovens. Mas quando somos mais jovens isso parece utopia. Que complexo isso ,né? O comportamento humano é cheio de misterios e complexidade, e que começamos a compreender através do nosso comportamento ao atingir cada fase.
Lendo o texto de Maturana, achei muito interessante e concordei com a questao de que a convivencia e o emocional influenciam muito no nosso comportamento e ate mesmo na tomada de decisões. Também avaliei a importancia das nossas reflexoes diarias como forma de analisar quais as atitudes tomar e o momento de tomá-las em nossa vida. Abraços Lidiane
setembro 01, 2008
Para repensar a educação...
agosto 16, 2008
Recomeço!
Acabamos de voltar do nosso recesso do Pead. Com esse retorno chegamos ao quinto semestre, o que caracteriza meio caminho andado.Estamos nos encaminhando para o final do curso.Na primeira aula presencial desse semestre, conversamos assuntos de extrema importância para a turma.Um deles dizia a respeito do tão sonhado momento para todos aqueles que durante todos esses dias concentraram suas energias em novas aprendizagens, em brigas com a tecnologia e horas de leitura e reflexão: a formatura. Não parei para pensar sobre isso ainda, apesar de tudo, essa situação me parece distante. Mas quando penso no primeiro semestre, nas primeiras atividades e nas minhas dificuldades em realizá-las, avalio quanto tempo já se passou sem que eu percebesse. Mesmo por vezes pensar em desistir, chegamos então a reta final na conquista dos nossos objetivos.














