abril 19, 2008

Plano de estudos.


Este é o link para visualização do meu plano de estudos 2008.
Aproveito para solicitar aos colegas, professores e tutores do Pead,que o leiam e deixem seus comentários no meu blog acerca do conteúdo deste plano.
Universidade Federal do Rio Grande do sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Pólo Alvorada – Semestre I 2008
Representação do mundo pelas Ciências Naturais
Professor José Francisco Flores
Módulo I-As percepções e representações da natureza
Lidiane Dias Tubino

Após serem divididos em grupos os alunos deveriam:
-Realizar os desenhos individualmente, sem espiar ou copiar dos demais colegas;
-Observar os desenhos dos colegas do grupo, discutir o que observaram.
- Organizar um relatório contendo: quais foram os desenhos mais difíceis de realizar; quais os desenhos ficaram mais semelhantes; e quais foram os desenhos mais diferentes.
Inicialmente é válido salientar que essa atividade trabalhou a concentração dos alunos.
Algumas crianças acharam difícil, sendo que algumas não conseguiram cumprir a regra de não olhar para o trabalho dos colegas.
O que me chamou muito a atenção, foi que dentre as palavras mais comuns, o que os alunos conseguiram realizar de forma mais variada, foi a representação da água. Essa foi representada como rio, torneira, mar, regador de flores, chuva, chuveiro, jarra.
Como os desenhos mais semelhantes, observaram o pé, a estrada, a árvore e o coração.E por fim concluíram, quase que unanimemente,que o átomo foi o mais difícil, por que não sabem o que é.
Na avaliação oral feita sobre a atividade, demonstraram motivação e gosto pela mesma.
Desafio:
Como esta atividade pode auxiliar na introdução de temas científicos a serem estudados pelas crianças?
De acordo com leituras feitas, acredito que essa atividade pode auxiliar no sentido de observarmos e avaliarmos que conhecimentos prévios os alunos trazem dos assuntos a serem trabalhados.Pois podemos através dos conhecimentos prévios, problematizar os conteúdos de ciências e desafiar os alunos na discussão dos conceitos científicos.

março 29, 2008

Análise do portfólio

Durante o segundo semestre de 2007, trabalhamos muito na construção do portfólio de aprendizagem. Através dele foi possível analisar com clareza as mudanças na prática de ensino, os avanços alcançados por cada um de nós.
Eu particularmente gostei muito de realizar essa atividade por que ao final dela deu pra perceber exatamante as mudanças ocorridas em mim enquanto profissiol, aluna e colega do pead.Vale salientar que desde que ingressei neste curso, as mudanças estão sendo constantes, tanto na minha profissional quanto na minha vida pessoal.Isso porque diante de tantos desafios e obstáculos, fico radiante em perceber, através das minhas ações e atividades realizadas, o quanto sou capaz de enfrentá-los e o quanto cresci com eles.

Com relação ao meu portfólio final, acho deixei claro as minhas angústias e dificuldades com a tecnologia, e também os avanços que já realizei desde o início do curso até agora nesse aspecto. Já busco outras ferramentas tecnológicas para representar e apresentar melhor os relatórios das atividades realizadas, por exemplo, na minha sala de aula.

Essas percepções ficaram muito visíveis também, nas apresentações dos meus colegas. Ainda na sala onde assistíamos uns aos outros, era possível perceber
nossos progressos , que apesar de apreensivos com a chegada cada vez mais próxima da sua apresentação,comentávamos exatamente o quanto era gostoso e legal de olhar para todos os "peadianos", e avaliar todo a nossa trajetória até o presente momento. Muitos de nós pensamos, por vezes em desistir, por que os desafios eram grandes e pareciam impossíveis.Mas aqui estamos, cada vez mais fortes e mais unidos!Não que ainda não tenhamos medo dos próximos desafios, mas agora já temos a certeza de que somos capazes de enfrentá-los!
E com certeza, através das apresentações dos meus colegas e do meu próprio amadurecimento, tentarei modificar e qualificar o meu portfólio desse ano de 2008.

março 21, 2008

Reinício das atividades no Pead!

Nesta terça-feira, dia 19/03, reiniciamos nossas atividades no Pead. É, realmente as férias terminaram e voltamos a nossa realidade: mãe, professora, esposa, estudante... bem -vindos à vida real!!!! E no Pead começamos com tudo, com uma aula presencial muito agradável da interdisciplina "Representação do mundo pela matemática."

dezembro 29, 2007

dezembro 23, 2007

É tempo de louvar!

Que neste Natal, todas as pessoas possam reavaliar suas atitudes, para que seus sonhos sejam realizados! Que o ano de 2008 seja repleto de realizações, amor e paz para todos!!!!

RecadosAnimados.com

dezembro 16, 2007

Formatura do meu filhote!

Quanto orgulho!

Fábrica de brinquedos!

No último dia 10 de dezembro tivemos uma aula presencial de Ludicidade da Educação.Levamos muita sucata e o pólo de Alvorada do Pead virou uma verdadeira fábrica de brinquedos! Os brinquedos confeccionados por nós foram doados para Ufrgs, que já tem um espaço onde são utilizados brinquedos confecionados com sucata.Foi muito divertido, adorei!

dezembro 15, 2007

Natal Informático

Deixo aqui essa mensagem em especial aos colegas, professores e tutores do Pead. Feliz Natal e um ano de 2008 com muito sucesso, amor e paz!!!!
Natal Informático

dezembro 05, 2007

Atividade com os alunos!Oba, música!

Gostaria de colocar essa atividade realizada com os alunos na íntegra mas não consegui colocar a gravação de áudio. Foi através do trabalho de música sobre a história da música popular brasileira para crianças que registrei momentos incríveis com alunos em sala de aula. A colega Sandra me auxiliou na realização dessa atividade.


Este projeto foi realizado com uma turma de 4ª série, cuja faixa etária é de 10 a 13 anos, com 43 alunos. Teve duração de dois dias, em função da semana de avaliação dos alunos.


No primeiro dia foi colocada no quadro a letra da música: “Samba do Arnesto”, de Adoniran Barbosa e Alocin.
Enquanto os alunos copiavam, o seu primeiro contato com a música, ouviam-se comentários de surpresa quanto aos erros ortográficos e de concordância que iam aparecendo.
Algumas palavras como “nóis”, “veis” e “se importa”, para algumas crianças lhe soaram bem aos ouvidos, pois é de uso comum nos seus vocabulários.Após os alunos sugeriram que tinham que arrumar a letra da música.E divididos em grupo de cinco componentes, o fizeram
.

Leram ao grande grupo suas arrumações.Até esse momento os alunos tinham tido contato apenas com a letra sem saber que se tratava de uma música.

Quando questionados o que o texto lhes sugeria, afirmaram em sua maioria, que se tratava de uma discussão entre amigos. Nenhum aluno da turma conhecia essa música.
No segundo dia, foi então dito aos alunos que aquele texto era a letra de uma música popular brasileira. Contamos a historia do livro (capítulos 1, a casa da tia Ciata, e 5,Meu dono Adoniran).
Mesmo tendo contado a história somente destes capítulos, mostramos todo o livro e falamos resumidamente do que se tratava.
Apresentamos então para os alunos o cd e sugerimos que cantassem “O samba do Arnesto”.
Em seguida foram feitas algumas perguntas oralmente:

a)Que tipo de músicas vocês escutam?
Surgiram Funk, Hip Hop.Rap e Pagode.Cada um desses estilos foi marcado pela turma através de batidas na mesa, palmas e ruídos com a boca.

b)Todas as músicas são iguais?
Foram unânimes em dizer que não. Ao serem questionados do por que, relataram seguramente que cada música tem seu ritmo.

c) Mas o que é ritmo?
Respostas que surgiram:- é o tipo de som da música;
- é a combinação da batida com a letra da música.

Durante a discussão os alunos chegaram à conclusão que pra se criar um ritmo é necessário primeiro elaborar ou conhecer a letra da mesma (como não tínhamos certeza das respostas, não levamos adiante os questionamentos sobre letra e ritmo, prometemos que retornaremos com a resposta precisa).
Cantamos músicas com ritmos diferentes, que faziam parte dos seus cotidianos. Dentre elas um pagode sugerido por Maria Luíza, do Exaltasamba. Ela foi acompanhada por colegas que se arriscaram até mesmo a fazer o ritmo com batidas na mesa. Por sugestão do aluno Alex, ele e o colega Adriano, marcaram com ruídos da boca o ritmo do Hip Hop.Cantaram, ainda um Funk e marcaram o ritmo com palmas.
Ao final foram questionados se nós podemos ouvir qualquer estilo em qualquer lugar. Alguns não viram o menor problema, demonstrando gostar de determinada música por que ouve no rádio e não prestou atenção na letra. Não sabiam o que queria dizer e nem o que os estilos de roupas de determinados artistas queriam insinuar.
Nesse momento percebemos que o relato dos alunos vinha de encontro com a última atividade em que foi observada a influência da mídia na escolha das músicas que ouvimos o dia todo.
Um dos alunos relata que no Rio de Janeiro, a Funkeira Tati Quebra Barraco, freqüenta os bailes funks e realiza seus shows de mini-saia sem calcinha. Mas não é por mal é só por que ela se sente mais à vontade.
Outros já acreditam que para cada tipo de evento e público tem um estilo de música.
A seguir fizemos o passo, mas os alunos ficaram um pouco envergonhados e nem todos participaram (mas também, não tínhamos feito isso antes).Utilizamos então o passo com o samba do Arnesto
.









E por fim colocaram seus ritmos na letra do samba que tinham feito suas correções.(por sugestão da turma).
Clique aqui para ouvir a gravação dos alunos cantando suas versões do Samba do Arnesto.

dezembro 03, 2007

Semana da Consciência Negra

No dia vinte de novembro, depois de uma semana toda de trabalho sobre a consciência negra, fiz umas atividades com meus alunos que gostaria de compartilhar com vocês. O fato é que, mesmo achando que este assunto tem suas controvérsias, o tema é de extrema importância para a evolução do nosso país. Também gostaria de relatar essas atividades por considerar que através desse trabalho consegui integrar todas as interdisciplinas do Pead deste semestre.

Primeiramente fiz uma contação com a utilização de lâminas e retro projetor, avental mágico e personagens confeccionados de EVA. O título da obra era "O amigo do rei" da autora Ruth Rocha, com ilustrações de Eva Furnari, inspiradas em gravuras de Rugendas e Debret. Matias, o menino negro e escravo, é o personagem principal. A história projeta uma visão messiânica, a crença, alimentada pelo protagonista, de que sua condição de escravo seria superada no momento em que reencontrasse seu povo: “um dia eu vou ser rei”, afirmava Matias com otimismo. Ioiô era o amigo desse rei, filho dos senhores donos do engenho e dos escravos. Apesar da diferença de classe social, Matias e Ioiô eram amigos. Certo dia, depois de uma surra que ambos levaram do pai de Ioiô, como represália a uma “arte” cometida pelos dois, Ioiô, que não estava acostumado com os castigos, propõe uma fuga. Assim é que, guiado pelo protagonista, os dois chegam ao reino dos negros, onde o herói Matias é reverenciado com honras de rei. Enfim, chegara o seu dia.
Após contar a história aos olhos atentos dos alunos, conversamos um pouco sobre a cultura Afro e as contribuições culturais trazidas pelos negros ao Brasil.Confeccionamos então um instrumento musical chamado Ganzá de origem Africana, com a utilização de dois copos plásticos e grãos, parecido com um chocalho.Então brincamos de Escravos de Jó, brincadeira também da cultura Afro. Durante a brincadeira marcamos o ritmo da música primeiro através de palmas e a seguir com a utilização do ganzá.

A aula foi muito rica, e percebo que a cada atividade diferenciada que faço com turma em sala de aula, num primeiro momento deixa-os confusos, pois relatam antes de ficar à vontade com a mesma, que aquilo não parece aula. Para as crianças tudo o que envolve música ou brincadeira, não é aula. Quando começam a ficar mais entrosados com as atividades é posível perceber através da expressão dos seus rostinhos, a satisfação em estar participando de tal atividade.

Nessa atividade consegui unir a literatura, através da contação de história, artes com a confecção do ganzá, ludicidade com a brincadeira Escravos de Jó , e música marcando o ritmo da brincadeira. Gostei muito de realizar essa atividade principalmente por conseguir utilizar quase todas as interdisciplinas deste semestre.


novembro 29, 2007

Final do ano letivo


Durante essa semana estive muito envolvida com as avaliações finais dos meus alunos.Minha vida ficou meio de cabeça pra baixo, mas em breve estarei fazendo novas postagens aqui no blog, atualizando-o.
O que posso adiantar é que durante esses últimos dias realizei algumas atividades bem interessantes com meus alunos, que registrei com fotos e áudio e logo,logo serão postadas aqui! Aguarde...

novembro 23, 2007

Aula presencial de literatura e teatro!

No último dia 19 de novembro tivemos aula presencial de teatro e literatura. Realizamos contação de histórias e foi simplesmente um espetáculo. Desde a escolha das histórias até a preformance de todos. Parabéns ao colegas do Pead e obrigada aos meus colegas do grupo estavam todos deslumbrantes!

novembro 17, 2007

Relatos de Experiências

Dentre os relatos de experiências que observei destaco é a divulgação do portal Navegamundo. Este é um portal gratuito destinado a inclusão digital de crianças de seis a doze anos. Pode servir de apoio e ferramenta para educadores também. É através de histórias em quadrinhos, que quatro personagens: Filé, Gigi, Milú e Deco, levam as crianças a gostosas descobertas sobre a cultura e a história brasileira.
O site foi idealizado pela psicóloga Marta Elisa Eberle e conta com o apoio do SEBRAE. Sem dúvida nenhuma é uma ótima ferramenta para ser utilizada pelos alunos e educadores que têm acesso a ambientes informatizados dentro das suas escolas. Com isso as crianças têm a oportunidade de sair daquela mesmice dos jogos sem objetivos nesses espaços, do qual alguns professores ainda apresentam dificuldades em trabalhar com os alunos.
Infelizmente eu ainda não poderei usufruir dessa ótima dica, pois a tecnologia ainda não chegou na minha escola!




novembro 15, 2007

Falando em sonhos!!!

Para todos aqueles que participaram do fórum dos sonhos, deixo o link abaixo para um texto da literatura chamado "O apanhador de sonhos".Boa leitura!!!
~*Histórias Infantis*~

Contos de Fadas!!! Reflexão partindo da atividade!


Gostaria de apontar como atividade muito positiva para a minha prática docente, enquanto bibliotecária, a última atividade realizada pelo meu grupo de trabalho sobre os contos de fadas. Nesta atividade aponto uma reflexão minha sobre as contações de histórias realizadas por mim na escola em que trabalho.Dentre elas, o que se refere a maneira como as histórias são escolhidas por mim e minha colega paralela, para a realização da hora do conto. Um outro ponto de reflexão que acho bem importante é com relação as novas versões dos clássicos infantis, do qual a autora Ana Maria Machado me fez refletir em seu livro "Os clássicos universais desde cedo", no qual apresenta um outro olhar a essas obras da literatura infantil. E através desta reflexão começo a perceber mudanças na minha prática enquanto bibliotecária da escola.Coloco abaixo então o trabalho realizado pelo meu grupo do Pead:

Grupo: Antonio João Martins, Jurema da Silva Oliveira, Lidiane Dias Tubino, Roselana Rodrigues da Silva e Sandra Bartikoski de Rocha.

Questões.

1. Qual a relação que se pode estabelecer entre autoria individual e os Contos de Fadas?
Os Contos de Fadas não podem ser considerados uma história escrita por apenas um autor. Essas histórias foram criadas sem uma intencionalidade.Partiam de acontecimentos reais, e a cada relato de uma pessoa, a história ia sendo criada, formando-se assim tal conto.Aí o significado do ditado popular: ”quem conta um conto, aumenta um ponto”.
2. De acordo com a autora, na p. 75, por que as pessoas contam histórias?
As pessoas contam histórias para tentar entender a vida. Com isso vão sendo formadas de acordo com alógica de quem as contam. Assim cada autor apresenta versões diferentes em suas obras, mesmo tendo os mesmos títulos, personagens, cenário. Sendo que todas procuram assegurar coerência entre os fatos, de acordo com o tempo e o contexto social em que se encontram.
3. Qual a posição da autora em relação às adaptações dos Contos de Fadas?
A autora mostra-se contra a essas adaptações, ou novas versões para os Contos de Fadas, uma vez que acontecem sem o conhecimento real que levaram a construção de tal história.Assim os autores adaptam suas versões arrogantemente às situações julgadas por cada um individualmente. Ainda atribui essas interferências à uma atitude de ignorância.
4. A partir da sua experiência docente, aponte como tem sido para você trabalhar com os contos de fadas na sala de aula.
De acordo com a nossa prática docente, vivenciamos a contação de histórias a partir das bibliotecárias de nossas escolas, em horários de Hora do Conto.Podemos assim observar que as histórias contadas por nossas colegas, são escolhidas conforme os temas trabalhados no planejamento da escola, sem maiores análises de suas versões. Temos em nosso grupo de realização dessa atividade, uma colega que realiza contação de histórias na escola, enquanto bibliotecária.Relata que ficou bastante surpresa com a visão de Ana Maria Machado no livro: ”Os Clássicos Universais desde cedo’.,sobre as novas versões dos clássicos, uma vez que essas já foram utilizadas por ela.
" Utilizei já, duas dessas versões como forma de desmistificar o medo que as crianças do Lobo Mau, e também, ao trabalhar com filme: Deu a louca na Chapeuzinho Vermelho, queria mostrar para as crianças que quando ouvimos um relato de um acontecimento ou um fato, devemos primeiro ouvir as manifestações das pessoas envolvidas para sabermos realmente a verdade. Mas acho que à partir de hoje , preciso rever meus conceitos, pois não me sinto no direito de interferir na criação dos verdadeiros autores dessas histórias”.
Lidiane Dias Tubino

Todos concordam que a utilização de recursos visuais e a forma de contar histórias influenciam sim na motivação das crianças em executá-las. A literatura é de fundamental importância para a formação do sujeito, do aluno leitor. Através da leitura e da contação de histórias, entre tantos outros motivos, as crianças ampliam seu vocabulário, escrevem e expressam-se com maior clareza. Além os livros podem ser grandes amigos, companheiros.